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Poema da restauração


(gostou? veja também: Prisioneiro)
Destruído, reduzido a fragmentos.
Desgastado, convertido a pó.
Desolado, submerso em lágrimas.
Descrente, vergado sem resignar.

Remendado por mãos de afeto.
Recuperado por lábios de ternura.
Renovado por olhos de acolhimento.
Restaurado em sua completude.

Sublime renasce como fênix.
Soberano sopra as cinzas e voa.
Sobe aos céus revelando-se.
Suplantada a escuridão, faz-se luz.

(GeraldoCunha/2018)

Por Divagações.GeraldoCunha

Escrevo. A escrita me liberta. Sei que serei lido, por alguns ou por muitos, ainda que não seja compreendido por todos, mas isso não é o mais importante. Ao escrever deposito nas letras minhas alegrias, tristezas e me liberto dos sentimentos que povoam minha mente, dando espaço para outros ocuparem esse lugar. Assim vou vivendo. Às vezes escravo de meus pensamentos, às vezes liberto.

12 respostas em “Poema da restauração”

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