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Série minha voz – poema X do Livro Improváveis- Livro de Poemad

Vídeo gravação para o Instagram na série minha voz. – desafio de curtidas… uma brincadeira divertida, só possível tendo como base Improváveis- Livro de poemas … à venda pela Amazon (não custa dizer)

GeraldoCunha

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Mesa para dois

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Série sentimental- Arrede a tristeza

Queria escrever sobre felicidade

mas hoje estou triste

só triste

Então…, não queria desistir de escrever a felicidade

Não aceito encerrar o dia assim

Tem que haver felicidade

Pouquinho que seja para acomodar o travesseiro

Memórias

Agarro-me a elas

Junto os pouquinhos

Todos aqueles anos…com foi bom e eu sabia que foi Ótimo.

Aquele ano… um leve sorriso

Tudo mudou e foi naquele ano

Aquele mês… qual foi mesmo?

A viagem. Os encontros. O mar.

Aquele dia.

O mar. E eu que não me lembrava?

O sorriso

Arredo a tristeza um pouco para de lado

Naquela semana. Tão intenso tudo. Tão. Intenso.

Há alguns dias, mais encontros, mimos, abraços… que saudades estava dos abraços.

Já disse minha saudade é plural

Ontem superação conquista sossego sossego é tão bom

É arremedo de felicidade

Hoje…. Tem espaço mais não.

Fique aí se quiser

Eu cá! Fecho os olhos mais feliz

Grudado no meu sorriso bobo

Que de bobo não tem é nada

Boa noite!

(GeraldoCunha/2022)

Escrever é bom demais … limpa a alma….

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Série títulos – Dogville

Série títulos – Dogville
Dogville é um filme lançado em 2003 e dirigido por Lars von Trier. Quando me foi recomendado…anos depois …assisti….revi…comprei o dvd (ainda era assim). Fiquei impactado e sempre fico quando revisito. É um soco no estômago.
Recentemente tive a oportunidade de, na companhia de @elianaecunha , assistir no teatro a montagem com direção de Zé Henrique de Paula e Mel Lisboa no papel de Grace, que no cinema foi de Nicole Kidman. O impacto foi o mesmo.
Só para finalizar acho @mellisboa uma das grandes atrizes do nosso teatro.
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Série especial- retrospectiva divagações & pensamentos

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Improváveis – Livro de poemas (GeraldoCunha)

Uma ótima leitura para começar o ano de 2022

Poesia leve, falando sobre o cotidiano, sentimentos, vivências.

Aquisição https://editorialcasa.com.br/produto/improvaveis-livro-de-poemas/

Venham compartilhar desta experiência comigo.

Pode ser adquirido também pela Amazon e em loja física na Martins Fontes Paulista.

Ou caso prefira…mande um direct pelo Instagram @divagacoes.geraldocunha (aqui com possibilidade de ir autografado)

GeraldoCunha/2021

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Série aldravia

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Série cotidianos- replantio

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Série de improviso- Apontamentos do que é o belo

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Série afetos – dias roubados

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Série desempoeirados poemas- Minha melhor fotografia

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Série de improviso – EscaLAda

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Série do outro lado da janela- desmoronamento

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Série cotidianos ESPECIAL – Drummond-se

À sombra do tempo
A moça na calçada desfila
sisuda
O atleta sobe as escadas
desce e sobe
tem pressa dos movimentos
surdo ao seu arredor
sibila
em círculos
tonteio só vendo
sorvendo o tempo
procuro
quero sentar
ao longe de mim
quietar

Um cachorro carrega
em sua guia as mãos
arrochadas
Outros livres
latem correm
urinam
no tempo da grama
O homem caminha açodado
outro e outro tantos e nenhum

Tantas coisas só acontecendo
ao mesmo tempo
Tempo do sinal
Tempo da buzina
dos sem tempo
Não vou falar mais do tempo
ando vago urgente
Muito de nós fica no vento

Sento no banco da praça, abro a bolsa, guardo o sem tempo e liberto Drummond…
…”no meio do caminho tinha uma pedra/nunca me esquecerei desse acontecimento”.

(GeraldoCunha/2021)

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Pré-venda de Improváveis – livro de poemas. GeraldoCunha

a obra pode ser adquirida pelo site da Casaeditorial http://www.editorialcasa.com.br

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Série poesia concreta- Luminous

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Série desempoeirados poemas- palavras – liberdade poética

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Série sentimental- criança

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Série cotidianos- melodiosa

a chuva avançou pela janela

entreaberta o som do zinco se [banhando ecoava

melodiosa escorria pelo telhado

suave harmoniosa cadenciada

os pássaros recolhidos não me acordaram

é sábado domingo feriado não sei

eu recolhido embalado

[no tempo do agora

este som do vento frio que assusta os sentidos

convite para ficar no corpo adormecido

desejo de arrastar a cortina e flutuar na brisa

invadir o espaço que é dela

[a chuva

vestir de sua transparência

pentear seus fios que escorrem dos cabelos

sentir os gelados dos pés

pisando nas poças

ou só ficar nos ouvidos

os olhos cerrados

entoando as notas musicais

(GeraldoCunha/2021)

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Série desempoeirados poemas- carpe diem