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Série O poeta

O poeta é um otimista
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Série especial- retrospectiva divagações & pensamentos

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Série o poeta- jardineiro

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Improváveis – Livro de poemas (GeraldoCunha)

Uma ótima leitura para começar o ano de 2022

Poesia leve, falando sobre o cotidiano, sentimentos, vivências.

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Venham compartilhar desta experiência comigo.

Pode ser adquirido também pela Amazon e em loja física na Martins Fontes Paulista.

Ou caso prefira…mande um direct pelo Instagram @divagacoes.geraldocunha (aqui com possibilidade de ir autografado)

GeraldoCunha/2021

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Série o poeta

Série dedicadas às pessoas que amam amar a arte de escrever e ler

Gratidão!

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Série poema e imagens – Maré

Um pouco do mar
O navio a balançar
Um pouco de amor
Uma corrente de vento
Uma maresia na face
O suspiro no ar

Meticulosamente o mar
Misteriosamente o amor
A espera do acontecer
Quando o querer é arriscar
Ao som das ondas
É não tentar chegar
Parar no meio do caminho
O silêncio me atordoa
Por isto busco o mar
O som das ondas a balançar

O marujo toca o apito
O golfinho salta a se mostrar
A vista da praia a sereia
De pedra a encantar
É tanto mar
Areia
Céu
Ar
Um vilarejo
Uma cabana
A bandeira a flamejar
As pessoas as passearem
Lagos e pedras
Cachoeiras que se formam
Entre as pedras
Um pouco de mar
Um pouco de praia
Caminhos e trilhas
Mergulho e vista
Pássaros aninhados
Percurso de amor
Percurso de mar
Preciso amar
Preciso ar
Paz
Ar
Mar
Onde o mar ancorar
Âncora de barco
No azul vastidão
Poema e imagens de arquivo pessoal (Ilha de Fernando de Noronha) – GeraldoCunha

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Poema coletivo – Janelas & Paisagens (tudo junto e misturado)

Enquanto flores refletem o espelho,
Rústicos traços riscam.
Da janela vejo a riqueza do tempo,
Celeste infinito descerra.
Vejo o azul que desvela,
Pandêmica tarde revela,
A lua vai nascer.
Olho pela janela,
A luz ilumina a bancada,
O medo se perde na paisagem
Do belo e do perfeito.
Todo o mundo fica feliz!
Bateu isso na cabeça …
Velhos umbrais
Arrastam paisagens,
Paineira pintada em aquarela!
A vida pulsante é mais que existir no mundo.
Os animais vão dormir à espera do acordar para outro dia começar.
A criança,
O adulto,
Brincam de versos.
Os pássaros,
Ao buscarem alimento na janela
Alimentam estas almas poéticas.

Criação coletiva de @mcmistturacriativa (Michele Cruz), @vicendron (Virgínia Carvalho), @dudinhaborbacunha (Maria Eduarda), @estevammatiazzi (Estevam Matiazzi), Fernando (do blog Chrosnofer), @divagacoesgcc.geraldocunha (GeraldoCunha), a partir do poema de mesmo título das Séries elos e agora desenhos.

Ficam os agradecimentos a todos.

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Séries elos & agora desenhos – Janelas e paisagens

Obrigado a todos que participaram do poema elos.

Poemas de: @mcmistturacriativa (Michele Cruz), @vicendron (Virgínia Carvalho), @dudinhaborbacunha (Maria Eduarda), @estevammatiazzi (Estevam Matiazzi do blog @sabedoriadoamor), Fernando (do blog http://Chrosnofer2.WordPress.com @Chrosnofer2.WordPress.com), @divagacoesgcc.geraldocunha (GeraldoCunha).

Ilustrações: GeraldoCunha

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Série elos – Algumas distâncias são necessárias

Do olhar no horizonte
necessário descanso dos olhos
ao calmo do mar.
Percurso das ondas
Ditando o rumo do vento,
Que chega lento à face,
Em forma de brisa!

A estrada que se alonga sem curvas,
Leva o olhar para o horizonte,
Repetindo e repetindo a paisagem,
Esquecendo os zunidos de volantes afoitos,
Abafando as ofegantes buzinas que se perdem.

A árvore que se observa por sob,
No afastado da mata,
No silêncio longo das folhas,
Que se rompe ao sopro,
Afugentando os pássaros,
Que partem em debandadas asas.

Olhos que se prendem ao livro,
Perseguindo as mesmas palavras,
Em demoradas horas.
Esquecidas páginas.
No breve cochilo,
Escapam das mãos,
Devolvendo o pensamento à razão.

Música que se perde nos ouvidos,
à exaustão dos agrados intermináveis dos acordes,
Na penumbra calma da noite a engolir o dia,
Cobrindo com sonhos os ruidosos noturnos.

Título cedido por Alex konrado
TextoEarte GeraldoCunha
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NOS PASSOS E BRAÇOS DA POESIA – desafio poético …ENTÃO FLUTUE


Dançam os cabelos ao vento,
Escondendo o rosto que esconde o sorriso.
A valsa dos ventos e versos.
As folhas roçando os galhos em sinfonia.
Um poema que se vai construindo.

Dançam as folhas secas ao vento,
Flutuam meigas pelo ar.
Tocam a pele leve …. leve… leve,
Prendem nos cabelos que enfeitam,
Como as palavras que se abraçam em poesia.

Dançam os pássaros, enquanto assobiam a melodia.
Valsam entre os cabelos que voam,
Cobrem o rosto que já não esconde o sorriso.
Passos que flutuam, asas que valsam.
Braços que se enlaçam em versos.

(Um delicioso desafio de escrita proposto pelo poeta mineiro Estevan, do blog Sabedoria do Amor, https://estevamweb.wordpress.com/, um amigo escritor, de elevada cultura e conhecimento, que sempre com muito carinho prestigia a minha escrita simples e que transforma em poesias belíssimas suas experiências e as questões sociais atuais, nos chamando à reflexão)
A partir do poema Deixe-se levar” foi-se nascendo este poema “Então flutue” e a poesia Nos passos e braços da poesia deste ilustre poeta mineiro.
São só agradecimentos…

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Série poema curto- Vai deixar passar


Poderia ser uma pergunta.
Poderia ser uma afirmação.
Poderia ser uma interjeição.
Mas é só uma frase sem futuro,
Pois quando perceber foi tarde demais…
Passou!
(GeraldoCunha/2020)

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Traga uma notícia boa


Invada a minha casa,
Pela porta,
Pela janela.
Grite!
De alegria.
Traga uma notícia boa!
Ocupe os espaços vazios.
Incomode o silêncio,
Incomode os vizinhos,
Que não vão se importar.
Encha de vida,
A sala,
O quarto.
A varanda.
O copo.
O corpo.
Atropele as palavras,
Troque gargalhadas,
Compartilhe risadas,
Fale! Fale! Fale!
De coisas boas
De ontem,
De hoje,
Para amanhã!

(GeraldoCunha/2020)

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Estranhos poemas


Tudo que não disse com palavras,
Mas deixou escapar pelo olhar.
O espaço entre as minhas mãos e os seus cabelos.
A fumaça que escapa da xícara, atravessa as narinas e dissipa.
As letras escapando entre os dedos.
A folha que se desprende do galho e pousa suave sobre a página a virar.
A última frase da música ou talvez a primeira, nunca o refrão.
O atrevimento inesperado no memento tão esperado.
O soco, já disseram isto também. O soco!
O risco na parede, direcionado para a janela.
Janelas são poemas prontos, que se renovam todos os dias.
Tudo que pensei no segundo seguinte àquele olhar.
Nenhuma das opções acima, ou todas, exceto uma.

(GeraldoCunha/2020)

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Série Elos – Caderno de emoções


Arrancaram as minhas emoções.
Quebraram as pontas dos lápis
E as tintas das canetas secaram.
O papel não segura mais as palavras!
As cores estão desbotadas.
É que já não sinto mais o amor.
As poucas emoções que me restam
Escapam entre tédio e desesperança!
Deixando espaço para a inércia.
Sem as vontades é sentir para menos
E o tempo mesmo assim não se segura.
Sou cadernos abandonados na estante.
Folhas rasuradas com lágrimas
E suor dos calafrios das noites vazias.
Emoções espalhadas entre os livros.
Sou rabiscos ilegíveis,
Pedaços de poesia esquecidos em guardanapos!
O desenho na poeira sobre a mesa.
E foi o que restou de mim!
Cadernos de emoções que não se leem.
Sentimentos arquivados à espera do amor!

Arte: Mi Cruz – do blog mcmistturacriativa.wordpress.com

Texto: GeraldoCunha