Categorias
desenho Experimentações ilustração Pensamentos Poema Poesia Sentimentos

Rumos do poema


I ATO
O poema se completa a partir das memórias de quem o lê
Tantas vezes lido se transforma em outros tantos
O poema tem o seu tempo
Que é todo o tempo que é lido
Pode morrer ali, na última palavra, ou se perpetuar

II ATO
O poema muda de direção
Caminha pela tristeza
Percorre atalhos de alegria
Nas curvas da saudade descansa na calçada da solidão
Observa os passos dispersos
Aproxima do abismo esperando resgate

GeraldoCunha/2021

Por Divagações.GeraldoCunha

Escrevo. A escrita me liberta. Sei que serei lido, por alguns ou por muitos, ainda que não seja compreendido por todos, mas isso não é o mais importante. Ao escrever deposito nas letras minhas alegrias, tristezas e me liberto dos sentimentos que povoam minha mente, dando espaço para outros ocuparem esse lugar. Assim vou vivendo. Às vezes escravo de meus pensamentos, às vezes liberto.

6 respostas em “Rumos do poema”

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google

Você está comentando utilizando sua conta Google. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s