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Silêncio dos olhos


Hoje quis não enxergar as palavras,
Fazer com que silenciassem na mente.
Deixando de perturbar meus pensamentos.
Que tudo fosse um apagão.
Preciso descansar das palavras.
Quero um livro que não aceite as letras.
Que seja uma compilação de poemas nunca escritos.
Páginas e páginas em branco,
Passadas uma a uma caladamente.
Mas quando estou para cair
E vozes incessantes me atordoam,
São as palavras que me restauram.
Hoje preciso que fiquem mudas!

(GeraldoCunha/2020)

Por Divagações.GeraldoCunha

Escrevo. A escrita me liberta. Sei que serei lido, por alguns ou por muitos, ainda que não seja compreendido por todos, mas isso não é o mais importante. Ao escrever deposito nas letras minhas alegrias, tristezas e me liberto dos sentimentos que povoam minha mente, dando espaço para outros ocuparem esse lugar. Assim vou vivendo. Às vezes escravo de meus pensamentos, às vezes liberto.

4 respostas em “Silêncio dos olhos”

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