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Novela da Vida Real – uma ficção continua…

CAPÍTULO 5

Estavam apaixonados e havia chegado o ponto de descida. A biblioteca era bem próxima, poucos passos a distanciava do ponto do ônibus, além de uma livraria que sempre chamava a atenção pela sua vitrine. Naquele dia estava bastante colorida e diversificada, caixas de lápis de colorir, cadernos com capas divertidas, objetos de decoração charmosos. Mas o tempo corria e o objetivo era chegar à biblioteca transpondo as barreiras impostas pelo mercado de consumo. Cumprimentaram a bibliotecária, sempre educada mas de cara amarrada, talvez por ainda não ter se apaixonado ou já ter vivido uma grande decepção, foram para a mesa coletiva, com várias cadeiras dispostas, mas duas sempre eram as escolhidas, uma de frente para a outra, próximas das tomadas e onde o sinal de internet era mais potente, sentaram-se e não se olharam. Muitas lições para fazer naquele dia, matérias que precisavam ser revisadas, um livro que tinha de ser concluído, pesquisas para a escola, mas para tudo tinha seu tempo, antes tinham que se conectar, o que fizeram quase ao mesmo tempo, diferença de alguns segundos apenas, que pareciam eternos. Novamente se encontraram e agora com a certeza de que sempre estariam juntos. Falaram sobre as tarefas daquela manhã e da dificuldade em aprender algumas matérias, mas se ajudaram e, dizendo-se cansados, fizeram uma pausa. Havia tempo para uma conversa mais descontraída, antes de retomarem os estudos, mas não muito, pois a hora do almoço se aproximava. Ficaram de se falar na hora da refeição e voltaram aos estudos. Não estavam com fome naquele dia, mas tinham um encontro no restaurante e não podiam faltar, estavam apaixonados e iriam se conectar.

CAPÍTULO 6

Estavam apaixonados e iriam se conectar…

Por Divagações.GeraldoCunha

Escrevo. A escrita me liberta. Sei que serei lido, por alguns ou por muitos, ainda que não seja compreendido por todos, mas isso não é o mais importante. Ao escrever deposito nas letras minhas alegrias, tristezas e me liberto dos sentimentos que povoam minha mente, dando espaço para outros ocuparem esse lugar. Assim vou vivendo. Às vezes escravo de meus pensamentos, às vezes liberto.

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