Crônica urbana

Fico triste em saber que não vou ouvir nas madrugas “filme triste” tocada e cantada ao acompanhamento de um violão nas madrugadas de sábado. Tinha vida naquele apartamento, era o que eu imaginava. Essa sinfonia de meia-noite às seis da manhã em alguns fins de semana era minha companhia e eu, em minha ignorância, odiava. Hoje sinto falta. Não sabia o que tinha por trás daquela canção, insistentemente cantada a cada final de encontro. Mas certamente havia uma razão de ser. Nunca saberemos qual é a verdadeira história que se escondia na porta ao lado. (Gcc/2016)

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google

Você está comentando utilizando sua conta Google. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s